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>MACUMBA EVANGÉLICA?

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O comportamento de algumas das igrejas chamadas evangélicas, cada vez mais se aproxima dos rituais espíritas. Lamentavelmente, em alguns dos denominados templos evangélicos é comum encontrar adeptos do reteté de Jeová, os quais de forma sincrética usam sal grosso para espantar mal olhado, fazem a terapia do amor que trás a pessoa amada em sete dias, acreditam em videntes espirituais, distribuem balas
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>Bem aventurados os Pobres de Espírito

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Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus – Mateus 5.3 

Uma característica daquele que é pobre (e humilde) é a ausência de exigências. Por não ter nada, tudo aquilo que recebe é tido como lucro. Em sua fome, aquilo que pode saciá-la é bem vindo. E como ele se alegra com o que recebe, por mais simples que seja! Já o abastado (e arrogante) não é assim. Ele é exigente, e não é qualquer coisa que serve. Dependendo do que se lhe der, ele fica até ofendido. Jesus disse que felizes são os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus (Mt 5.3). Acredito que ele se referia àqueles que são simples em seus anelos, aqueles que se alegram com tudo aquilo que vem do Pai, pois sabem que o que vem do dEle é bom, por mais simples que seja.
Quando temos este espírito, nos alegramos quando ouvimos a Palavra de Deus da boca de alguém que fala com simplicidade, mas com unção. O que está sendo pregado não é novidade, nem “mistérios profundos”, nem curiosidades, mas coisas que alimentam a alma e trazem luz ao nosso coração. É o maná celestial mandado por Deus. O pobre de espírito consegue distinguir este maná num testemunho, num cântico, numa oração. E como ele é feliz por isso!
Quando não há este espírito ficamos muito sofisticados e chegamos a dizer como o povo de Israel que chamou o maná de comida horrível (Nm 21.5). Quando falta este espírito nada que ouvimos está bom e passamos a correr atrás de pregações “profundas”, mesmo que elas sejam vazias de vida. Enchemos nossa mente, mas não o coração. E o pior é que, com isso achamos que estamos maduros. Por ser desse tipo, o povo de Nazaré ficou desiludido com Jesus, e Ele não pode operar milagres ali (Mt 13.57,58). Gente sofisticada demais se desilude até com Jesus, pois eles fecham suas mentes, seus ouvidos e seus olhos para as revelações que só os pequeninos podem receber (Mt 11.25).
É claro que não devemos engolir qualquer coisa. Temos que ter critérios, saber comparar o que ouvimos com as escrituras e ver se bate, se não, acabaremos comendo veneno. O que não podemos é desprezar o que Deus dá, só porque aquilo parece simples demais. Sejamos pobres de espírito para que Deus venha nos enriquecer.
Pr Edmilson

Fonte:Reflexões

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>Rifa do SEXO

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Deu no fantástico. Os adultos organizam uma rifa para um time de rugby em Minas Gerais onde o prêmio é uma transa com uma prostituta. O valor da rifa, R$5,00. O pior, chove gente comprando o bagulho inclusive muitos adolescentes. O custo benefício na idéia deles é muito bom. E o risco de ser flagrado num prostibulo sendo menor de idade, é mínimo.

Pois é, assustado eu não estou porque quando o assunto é sexo, as pessoas arrumam formas de explorar situações inimagináveis. O lance é que o agenciador da rifa está incorrendo em pelo menos 2 crimes, um de aliciar menores, já que o alvo da venda das rifas são os adolescentes e outro de explorar a prostituição, já que o prêmio da rifa é uma transa com a prostituta.

Aparentemente todo mundo ganha! O aliciador ganha grana vendendo a rifa, o adolescente ganha uma transa profissa e a prostituta ganha o cachê dela. Errado. Todo mundo perde. Perde o adolescente que está sendo iniciado sexualmente da forma errada, o aliciador que está promovendo prostituição e a prostituta que serve de objeto da rifa como uma bola, um relógio ou qualquer souvenir baratinho desses aí.

E por último perde a sociedade que ao invés de promover a instituição família, promove uma rifa de desvalorização da mulher e da iniciação sexual.

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>Deus na Rede

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“Deveria haver um equilíbrio entre avanços materiais e espirituais, um equilíbrio obtido por meio de princípios baseados no amor e compaixão.” Reflexão ou pregação, essas palavras, escritas pelo Dalai Lama na última sexta-feira, podem ter alcançado instantaneamente 200.000 pessoas – 209.356, na verdade, número de seguidores do perfil do líder espiritual do Tibete no Twitter àquela altura.

Budistas ou cristãos, judeus ou muçulmanos, praticantes de várias religiões abraçaram a rede. Confira no quadro abaixo depoimentos de líderes e fiéis sobre o assunto. Eles tentam ampliar os caminhos da fé utilizando ferramentas como YouTube, Orkut e Facebook. E a pregação eletrônica suscita também discussões e dúvidas em relação ao credo.

Em 2009, o Vaticano lançou seu canal próprio no YouTube, que desde então divulga atividades da Igreja Católica. O conteúdo se concentra nos discursos do Papa Bento XVI, em vídeos produzidos pela TV oficial do Vaticano. Embora ainda não tenha lá arrebanhado muitos simpatizantes, são cerca de 22.000, suas pregações já foram assistidas mais de 2 milhões de vezes. O curioso: quem coordena o serviço não é um jovem aficionado em tecnologia, mas sim uma freira sexagenária, a americana Judith Zoebelein. Ela foi responsável também pelo site do Vaticano – considerado um sucesso para o gênero, somando mais de 1 milhão de pageviews ao mês.

Os religiosos querem, é claro, arrebanhar fiéis. Contudo, antes da evangelização, é preciso algumas vezes ensiná-los a ler – ou melhor, utilizar as ferramentas da rede. Pastores da evangélica Westwinds Community Church, do estado americano de Michigan, investiram duas semanas ensinando integrantes de sua congregação a usar o Twitter. Todos levaram laptops, iPhones e BlackBerrys à oficina para aprender a criar perfis e a atualizá-los com suas próprias mensagens. Os fiéis, então, foram orientados e elaborar perguntas relativas aos sermões da igreja. Os pastores aceitaram até uma prática em tese temerária: a postagem durante o culto. Grandes telas foram instaladas nos locais de encontro, os tweets (textos publicados via Twitter) podem, inclusive, ser lidos por todos ali reunidos em tempo real.

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>Quando a Máscara cai.

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Estamos a poucos dias do Carnaval, a festa da carne.

Geralmente, acredita-se que é durante esta festa pagã que as pessoas se encondem atrás de máscaras e fantasias. Porém, acredito que o contrário é que se sucede.

Durante os dias de folia, as pessoas tiram as máscaras usadas durante todo o ano, liberando seus desejos ocultos, e revelando suas mais arrojadas fantasias.

Por alguns dias, o chefe de família remove a máscara de autoridade, e cai na gandaia. A dona de casa reclusa e tímida se desfaz do papel que representa e se solta na avenida.

Como dizia o Tim Maia, vale tudo! Tudo em nome do prazer, da alegria, ainda que ao término da festa só sobrem cinzas.

O problema não é o Carnaval em si, enquanto festa popular (mesmo que sua origem remonte os bacanais e saturnais romanos). O problema é a natureza humana corrompida. O que o Carnaval oferece é o ambiente propício para que esta natureza se revele sem qualquer pudor.

Sinceramente, o que mais me incomoda não são as serpentinas, lantejolas, pouca ou nenhuma roupa dos foliões. O que mais me incomoda são as máscaras usadas ao longo do ano.

Há pessoas que conseguem viver mascaradas por anos, sem que ninguém perceba sua hipocrisia. Porém um dia, por descuido, a máscara cai.

São Paulo diz que para que sejamos transformados pelo Espírito de Deus, temos remover o véu que cobre nossa face, e nos expor tal qual somos.

A religião é uma fábrica de máscaras. Pior do que os bate-bolas das ruas, são os bate-bolas dos púlpitos. Aqueles que cativam as pessoas pelo medo, pelo terror.

Deus, porém, conhece a pessoa por trás da fantasia. Ele não se impressiona com nossa atuação, quando fazemos do púlpito nosso tablado. Ele sabe exatamente as intenções por trás daquela voz grave, do emocionalismo barato, do sensacionalismo canibal.

Nenhum cristão está autorizado por Deus a julgar foliões. Em vez de dedos a riste, estendamos as mãos, e apresentemos a eles uma alegria que nunca termina, e que jamais resultará em cinzas.

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>Aborto

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Gianna Jessen não pode ficar calada e desistir não é uma opção para ela. Ela tem o “dom” da paralisia cerebral (palavras dela). Ela pesava menos de um quilo quando nasceu e os médicos disseram que ela nunca poderia sustentar a cabeça, engatinhar e muito menos andar. Ela começou a andar com três anos, com a ajuda de muletas e um andador… e hoje corre maratonas! Ela manca ligeiramente ao andar, às vezes cai, mas já completou duas maratonas e pretende correr outras em várias lugares. Nada mal para quem jamais andaria!

Gianna foi entregue a uma orfanato, uma casa de caridade de uma mulher chamada Penny no começo de sua vida. Penny foi mãe de mais de 56 crianças em sua vida. Mais tarde a filha de Penny adotou Gianna. Segundo ela, Penny salvou a sua vida.

Gianna é cristã. Reconhece que sua vida lhe foi dada pela graça de Deus. Pois se ela não podia andar, o mais milagroso ainda é que ela não poderia estar viva. Sua mãe biológica tinha 17 anos quando fez um aborto salino no terceiro trimestre. Após ser queimada viva por aproximadamente 18 horas no útero por uma solução salina, Gianna saiu viva de uma clínica de aborto do condado de Los Angeles. Seu registro médico atesta “nascida durante uma aborto salino”… esta é a causa de sua paralisia cerebral.

Nos videos abaixo, que tomei conhecimento através do blog do pastor Ciro Zibordi, ela na Autrália, durante o debate sobre a legalização do aborto no Estado de Victoria. Se você não acredita na providência divina na vida de seus filhos, mudará de idéia ao ouvir o testemunho dela.

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>2012, Será o fim do Mundo?

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Por: Elcio Lourenço


Há quem diga que se o cara é jornalista e não tem a pretensão de mudar o mundo, então errou de profissão.


E se o mundo não existir mais? Daí ele – e nós também – perdemos o emprego.


Como Secretário de Estado convivi – muitos anos – com os profissionais de imprensa, e os bons repórteres sabem ser, ao mesmo tempo, questionadores e objetivos, dentro da compreensão de que as fontes são imprescindíveis para a veracidade do que se afirma.


E aqui chegamos à matéria de capa veiculada recentemente na revista Veja. Ali, André Petry faz uma análise do fim do mundo, começando com a hipótese de que ocorrerá em 2012, mas com vasta pesquisa, que regressa mil anos no passado.


No texto, Petry cita outras datas em que o mundo deveria ter acabado, e não acabou. E vem a pergunta: Por quê? E daí surgem outras: Desta vez é verdade? O mundo acaba mesmo em dezembro de 2012?


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